
Hoje bateu forte a saudade
Domingo chuvoso de plantão não tem como não ser invadida por uma onda de nostalgia, mesmo que esta onda seja em Noronha.
Estou há 17 dias aqui e inicialmente tudo era festa, uma expectativa e euforia. Agora me sinto quase uma nativa, caminho pelas ruas empoeiradas e vou encontrando um e outro conhecido, quer dizer paciente do hospital.
O hospital centraliza quase que o hall de entrada da casa de muitos moradores da ilha, logo eu sou o enfeite do mês. Todavia isso acalma a saudade, me faz sentir em casa e sinceramente eu gosto. Aqui o sotaque é carregado e eles não entendem muito que eu falo, outro dia na praia uma menininha nativa de cerca de 5 anos me ouvindo falar com meu instrutor de mergulho, olhou séria para mim e perguntou para instrutor.”que língua ela fala ? é ingres??” cai na risada, ai olhei para instrutor e perguntei tu entendes tudo que eu falo?”Ele falou - às vezes”. Jesus!
Ontem pela manhã tive minha primeira aula prática de mergulho, que caso fosse em Porto Alegre é para ter sido em uma piscina (águas confinadas), pois é o pré-mergulho com todo equipamento montado por mim. Mas estando em Noronha essa etapa é na praia do Porto, com direito a ver raias, peixinhos e tudo mais só de inicio. Amanhã termino o curso e estarei pronta para ir para mar aberto. Programa imperdível nesta ilha.
À tarde depois da minha aulinha de mergulho no sábado pela manhã, fui com meu grupo de amigos do Hotel Transito pegar uma praia, quer dizer dar uma volta da Baía dos porcos para Sancho. Éramos 6 e meio, adivinha porque o meio, quem era o meio??Óbvio eu.
Aqui não é necessário fazer esforços para ter tudo de bom e maravilhoso que a natureza oferece, passamos uma deliciosa tarde em um grupo de amigos, mergulhando, fazendo trilhas proibidas rindo da nossas próprias caras e fugindo dos fiscais do Ibama.
À noite um peixe na folha de bananeira na casa do fulano, traje para noite, vestidinho preto, maquiagem, boca vermelha e sapato oficial de Noronha Havaianas.
Domingo chuvoso de plantão não tem como não ser invadida por uma onda de nostalgia, mesmo que esta onda seja em Noronha.
Estou há 17 dias aqui e inicialmente tudo era festa, uma expectativa e euforia. Agora me sinto quase uma nativa, caminho pelas ruas empoeiradas e vou encontrando um e outro conhecido, quer dizer paciente do hospital.
O hospital centraliza quase que o hall de entrada da casa de muitos moradores da ilha, logo eu sou o enfeite do mês. Todavia isso acalma a saudade, me faz sentir em casa e sinceramente eu gosto. Aqui o sotaque é carregado e eles não entendem muito que eu falo, outro dia na praia uma menininha nativa de cerca de 5 anos me ouvindo falar com meu instrutor de mergulho, olhou séria para mim e perguntou para instrutor.”que língua ela fala ? é ingres??” cai na risada, ai olhei para instrutor e perguntei tu entendes tudo que eu falo?”Ele falou - às vezes”. Jesus!
Ontem pela manhã tive minha primeira aula prática de mergulho, que caso fosse em Porto Alegre é para ter sido em uma piscina (águas confinadas), pois é o pré-mergulho com todo equipamento montado por mim. Mas estando em Noronha essa etapa é na praia do Porto, com direito a ver raias, peixinhos e tudo mais só de inicio. Amanhã termino o curso e estarei pronta para ir para mar aberto. Programa imperdível nesta ilha.
À tarde depois da minha aulinha de mergulho no sábado pela manhã, fui com meu grupo de amigos do Hotel Transito pegar uma praia, quer dizer dar uma volta da Baía dos porcos para Sancho. Éramos 6 e meio, adivinha porque o meio, quem era o meio??Óbvio eu.
Aqui não é necessário fazer esforços para ter tudo de bom e maravilhoso que a natureza oferece, passamos uma deliciosa tarde em um grupo de amigos, mergulhando, fazendo trilhas proibidas rindo da nossas próprias caras e fugindo dos fiscais do Ibama.
À noite um peixe na folha de bananeira na casa do fulano, traje para noite, vestidinho preto, maquiagem, boca vermelha e sapato oficial de Noronha Havaianas.
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