
Teju Açu
O lagarto teju - Açu foi introduzido em Fernando de Noronha na década 50, com a intenção de controlar a população de ratos e camundongos. Infelizmente, ninguém tinha pensado no fato de que os ratos são principalmente animais noturnos enquanto que os tejus são diurnos! Os tejus acharam mais fácil se alimentar dos ovos das aves marinhas que faziam ninhos no solo e, em vez de uma praga, a ilha logo tinha duas. Chegam a ter 1,20m de comprimento e, segundo dizem, têm uma carne saborosa (oficialmente a caça é proibida, mas, já que o bicho é uma praga, os guardas não fiscalizam).
Então essa é a história da entrada do Teju na ilha, todo mundo no arquipélago tem a sua, inclusive o lagarto.
Mas eu trouxe este trecho por vários motivos, um foi contar que um dia estava no refeitório do hospital, e quando olhei para nosso estacionamento, lá estava um Teju passando todo formoso, pelo estilo quase achei que estava indo para emergência consultar, coisas que só acontecem em Noronha.
Outra foi que em Noronha existe a Pousada Teju - Açu, uma das mais bonitas e caras óbvio! Outro dia estando eu de plantão chegaram 2 meninos, cada um mais lindo que o outro, o meu paciente um adolescente 11 anos um lindão falando todo educado comigo e apavorado com sua queixa.
Pronto meu chão novamente. Expliquei, examinei e acalmei-o e sua mãe, o básico, mas o sentimento era de estar dando o meu melhor.
Final de consulta, a mãe do paciente me convidou para jantar em agradecimento ao meu atendimento, que ela havia gostado muito, em sua pousada, advinha qual?
Todavia o que mais importa é esse reconhecimento, esse respeito mutuo paciente-médico, coisa que se existe em Noronha.
Finalizando sobre a história do lagarto, ela é um pouco a história de todos nós, às vezes tomamos atalhos, colocamos a intenção em algo, e ela sai para outro lado, a moral da história do Teju para mim é aceitação! Sempre que tentamos mudar algo que não pode ser mudado pagamos um preço, e o preço pode ser uma grande lição.
O lagarto teju - Açu foi introduzido em Fernando de Noronha na década 50, com a intenção de controlar a população de ratos e camundongos. Infelizmente, ninguém tinha pensado no fato de que os ratos são principalmente animais noturnos enquanto que os tejus são diurnos! Os tejus acharam mais fácil se alimentar dos ovos das aves marinhas que faziam ninhos no solo e, em vez de uma praga, a ilha logo tinha duas. Chegam a ter 1,20m de comprimento e, segundo dizem, têm uma carne saborosa (oficialmente a caça é proibida, mas, já que o bicho é uma praga, os guardas não fiscalizam).
Então essa é a história da entrada do Teju na ilha, todo mundo no arquipélago tem a sua, inclusive o lagarto.
Mas eu trouxe este trecho por vários motivos, um foi contar que um dia estava no refeitório do hospital, e quando olhei para nosso estacionamento, lá estava um Teju passando todo formoso, pelo estilo quase achei que estava indo para emergência consultar, coisas que só acontecem em Noronha.
Outra foi que em Noronha existe a Pousada Teju - Açu, uma das mais bonitas e caras óbvio! Outro dia estando eu de plantão chegaram 2 meninos, cada um mais lindo que o outro, o meu paciente um adolescente 11 anos um lindão falando todo educado comigo e apavorado com sua queixa.
Pronto meu chão novamente. Expliquei, examinei e acalmei-o e sua mãe, o básico, mas o sentimento era de estar dando o meu melhor.
Final de consulta, a mãe do paciente me convidou para jantar em agradecimento ao meu atendimento, que ela havia gostado muito, em sua pousada, advinha qual?
Todavia o que mais importa é esse reconhecimento, esse respeito mutuo paciente-médico, coisa que se existe em Noronha.
Finalizando sobre a história do lagarto, ela é um pouco a história de todos nós, às vezes tomamos atalhos, colocamos a intenção em algo, e ela sai para outro lado, a moral da história do Teju para mim é aceitação! Sempre que tentamos mudar algo que não pode ser mudado pagamos um preço, e o preço pode ser uma grande lição.
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