"Nego-me a me submeter ao medo que me tira a alegria de minha liberdade que não me deixa arriscar nada, que me torna pequeno, mesquinho, que me amarra, que não me deixa ser direto e franco, que me persegue, que ocupa negativamente minha imaginação, que sempre pinta visões sombrias.
No entanto não quero levantar barricadas por medo do medo. eu quero viver,e não quero encerrar-me. Não quero ser amigável por emdo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro e não para encobrir o medo.
E, quando me calo, quero faze-lo por amor e não por temer as consequências de minhas palavras.
Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me, só porque tenho medo de não ser amável. Não quero impor algo aos outros pelo medo de que eles possam impor algo a mim; por medo de errar,não quero me tornat inativo.
Não quero fugir de voltar para velho, por medo de não me sentir seguro no novo.
Não quero fazer-me de importante porque tenho medo de que senão poderia ser ignorado.Por convicção e amor, quero fazer o que faço e deixar o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio e dá-lo ao amor. E quero crer no reino que existe em mim."
Rudolf Steiner
terça-feira, 21 de julho de 2009
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